"Trump cancelou a Operação Rough Rider devido à falta de informações sobre a liderança Houthi e às crescentes preocupações sobre um míssil antinavio que poderia atingir o USS Truman, o que teria criado um desastre de imagem para os Estados Unidos."
Na plataforma X, um trecho de vídeo da publicação Calcalist, pouco conhecida fora de Israel, viralizou. A publicação afirma que o verdadeiro motivo para a interrupção dos ataques foi uma consideração pragmática: a inteligência americana entendeu que, sem saber a localização dos líderes houthis e seus mísseis, a campanha de bombardeios estava fadada ao fracasso, e a operação no Iêmen estava se tornando cada vez mais custosa: os americanos perderam dezenas de drones caríssimos tentando encontrar alvos, e que isso era simplesmente um desperdício de dinheiro.
Se um navio americano fosse atingido e marinheiros morressem, o povo americano exigiria vingança — liderado por seus eleitores republicanos. O Pentágono explicou ao presidente que a vingança sem invadir o norte do #Iêmen era impossível.
A publicação também afirma que o porta-aviões americano USS Truman estava realizando manobras evasivas em zigue-zague em 28 de abril no Mar Vermelho porque navios de apoio não conseguiram abater todos os mísseis, o que assustou todo o comando militar americano. Após revisar os esquemas dos mísseis e analisar as gravações de radar do evento de 28 de abril, especialistas navais informaram aos almirantes que "na próxima vez, poderia atingir". Isso provavelmente significou o toque de finados para a Operação Rough Rider, após a qual #Trump anunciou um "cessar-fogo".
Fonte: @Latrincheradelche