Muitos têm acusado a China e a Rússia de serem omissos quanto à questão da agressão sionista ao território da Palestina.
Essa “omissão” nas palavras talvez esteja a ser compensada por outras acções mais propícias aos palestinos e menos visíveis aos olhos do público.
Mesmo assim, a China, através de uma conta do Instagram, respondeu claramente a Trump: Gaza não é moeda de troca. O porta-voz Guo Jiakun enfatizou que a Faixa de Gaza é parte integrante do território palestino, rejeitando qualquer tentativa de exploração política. Uma mensagem direta para aqueles que buscam remodelar o mapa sem considerar os direitos das pessoas.